quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Enquanto não sai... Mais pausa pra Poesia

(Infelizmente o blogspot tira a formatação que eu coloco...)

Roda os (dois) Mundos

O vai e vem
nos passos
Sem tropeço e pausa
Eu parto sem
( )
olhar pra trás
e (ti)
viagem de avião
embarque
Ônibus que sai na hora
e o destino a me esperar
sem
( )
dor do parte
Em dias só
De sol e céu
aberto
em cima
um tempo certo
e eu volto e
Venho
e selo a
sua boca em mim
E é tua vez
de ir embora
e vir depois
Que eu vi
Tudo o que fiz
E vim

domingo, 1 de novembro de 2009

Pausa pra Poesia - Tenha Dó!

Se te beijo
não me quer
se te quero
não me vejo
(nos seus olhos)

Que me dói
é a tua dó
o meu só
o seu nó
nós

Das nossas valsas
nas noites de quarta
mal dançadas,
que mal as faça?
A não
Ser
o dói
o oi
o nós
vós ele
e eu? Entro onde?
Na raiva? (Que passa, não passa)
Na calma?(Que vem, não vem)
Na hora de te ver
o embaraço
tudo embaça
o tempo passa
e o passo desacerta

Desfaz esse nó
que me amarra
depois me joga fora
depois me agarra
e volta a me amarrar nos teus braços.
Se o teu afeto não te afeta
e o meu?
Pra que tentar se...
Eu for, eu volto.
Se você for, eu fico,
mas...
Fica mais comigo
É pra passar esse afeto
Porque esse aperto no peito
desfeito estou.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Bate papo com o autor - sobre publicações, o que escrever e futuros posts

Saudações a todos!
Antes de mais nada agradeço a todos os que estão tirando alguns minutos para ler o que escrevo. Acreditem quando eu digo que não há gratificação melhor do que saber estar sendo lido. Peço desculpas pelos atrasos contínuos. Sei que é um saco, mas não posso prometer nada mais rápido, por enquanto.
Pode ser desculpa típica de Blogueiro, mas eu deixei um bocado de coisas acumularem na faculdade e, portanto, preciso dar atenção a elas antes que eu seja esmagado. Cortando as coisas chatas da conversa, atualmente estou com algumas idéias que talvez valham a pena serem citadas aqui. Três idéias em especial, quero dizer.
Uma dessas idéias é a produção de roteiros de histórias em quadrinho sobre a história de Belo Horizonte. Um clima meio inspirado em Will Eisner (mas definitivamente menos trágico, acho). A segunda é uma história sobre um sujeito que tentou deixar tudo pra trás e saiu pelo mundo, ao mesmo tempo guardando e esquecendo os sentimentos que tenta abandonar. E a terceira e mais recente é um conto sobre uma menina que tenta escrever uma história mas, sem saber com começar, ela busca idéias com histórias que nunca foram contadas.

Ah! Mas por que esse sujeito tá falando esse tanto de besteira e não tá postando a continuação da história que ele prometeu? Bom, é justamente pra dizer que, às vezes, não vou ter escrito a continuação justamente porque estou escrevendo outras coisas que, eventualmente, podem acabar aparecendo aqui no Blog. Quando? Ainda não sei dizer. Primeiro quero mostrar essa que estou escrevendo aqui. E vou fazer isso, no ritmo que eu puder.

Sobre as sugestões do Giovanni e da Thalita de procurar uma editora... Bem, é uma idéia muito boa. Aliás, é um sonho pra ser realizado. Com essa história? Não sei. Por enquanto quero escrever ela pra colocar aqui, pra quem quiser ler. Mas tenho planos pra outras coisas. Algumas vou colocar aqui, eventualmente. Um conto, uma crônica... Essas coisas. Mas a maioria vou guardando pro momento certo.
Falando na Thalita, ela me deixou um botão no Blog dela (que, aliás, é bem bacana. Em outra ocasião vou ver se falo dele e de outros blogs interessantes que eu acompanho). O problema: Não faço a MENOR idéia do que fazer com o botão, porque não seu usar todas as funções do meu blog! Depois vou precisar tirar um tempo pra aprender a fuçar em tudo por aqui. Eita!

Ah! E não se preocupem! Essa semana tem continuação, sim! Semana que vem eu tiro pra revisar o que estou postanto (a segunda parte, por exemplo, está cheia de erros e descontinuações).

Um abraço a todos e obrigado pela atenção e paciência!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Parte III - Taverna

O calor do fogo pode ser sentido, espalhado pelo salão, enquanto o cheiro de carneiro assado e cerveja fresca convidam quem passa pela porta a entrar e participar das canções. A voz do bardo invade a noite, saindo pelas janelas e um anão resmunga, enquanto pede mais uma caneca de cerveja. Tavernas eram redutos de bebedeira, canções e divertimento. Existiam vários lugares assim em Mediana, que ofereciam toda a sorte de serviços e prazeres, desde as prostitutas mais caras, até entorpecentes vindos do sul distante. Ao contrário dessas outras tavernas, porém, o Escudo se abstinha de oferecer qualquer outra coisa que não fosse boa bebida, comida e alojamento para viajantes cansados. Além, claro de Thil-Lenii.
Thi-Lenii era um elfo, um filho do povo sem idade, como chamavam os humanos. O passar dos anos era mais lento para Thi-Lenii, deixando-lhe uma eternidade para aperfeiçoar sua arte, que era a música e a narração de histórias. Quando o elfo cantava ou tocava a lira era possível ver os olhos dos expectadores perderem o foco, enquanto mergulhavam em ruínas perdidas e lugares antigos. Mesmo sob o som da tempestade e o ribombar do trovão, o Escudo tinha todas as suas mesas ocupadas e seu salão abarrotado de pessoas em pé, para ouvir o elfo transformar sonhos em música e poesia.

A música continuou naturalmente quando a figura envolta em um pesado manto, encharcado de chuva, adentra as portas, onde pára, tentando não tremer de frio e aguarda que seja atendido. Logo um jovem criado, usando um avental bordado com um escudo em forma de um losango e se oferece para guardar o manto do viajante, enquanto aponta para uma figura carrancuda sentada por trás do balcão, com quem a hospedagem deveria ser negociada. Com um suspiro, o homem atravessa, encharcado, a multidão que se punha entre ele e um quarto aconchegante. A lira ressoava pelo ambiente e não era ouvido o som de nenhuma conversa, bebericar ou raspar de talheres, tamanha a atenção dos freqüentadores para com o elfo que se apresentava em um tablado no centro do salão redondo. Sem se importar com o cansaço ou com as roupas molhadas, o viajante parou em frente ao anão e escutou. Não havia nada que pudesse quebrar a harmonia das cordas ou a voz que cantava em uma língua estranha, antiga. Era como se nada fosse mais natural do que escutar aquela música lenta, constante, alimentada por mãos ágeis e versos sólidos. Somente quando o silêncio prenunciou a explosão de palmas e vivas é que, como se tirado de um transe, o cavaleiro viu-se diante de uma criatura baixa, de nariz adunco, olhos negros como piche, barba cinzenta e pele marrom.
-Saudações, mestre anão. Preciso de um quarto e um lugar nos seus estábulos, urgentemente!E de um banho quente, se o tiver. – titubeou o cavaleiro, como se ainda estivesse caminhando em um sonho.
-Hnf! Precisa mesmo. Principalmente do banho, se me perguntar. – Resmungou o impaciente anão, sem fazer qualquer menção de atender ao pedido do homem.
Os anões são seres de baixa estatura e orgulhosas barbas. São conhecidas por sua habilidade como artesãos, ferreiros, armeiros e cervejeiros. Têm personalidade dura como a pedra e a paciência de uma montanha. Era comum, também, que fossem pessoas de poucas palavras e comunicação cortada, de má vontade em serem tirados de seus pensamentos.
-Logicamente, pagarei adiantado pela minha estadia e a de meu cavalo. – Disse o cavaleiro, tirando uma bolsa de moedas de dentro do manto.
-É esperado que sim. – Resmungou mais uma vez o anão, ainda sem se preocupar em providenciar um quarto, banho ou qualquer outra coisa que o cavaleiro poderia parecer precisar.
O cavaleiro ficou sem saber o que fazer. Olhou para os dois lados, à procura de ajuda, mas não encontrou nenhuma. Na verdade, alguns dos outros clientes do Escudo se divertiam com a situação, rindo do embaraço do viajante.
-Não se importe com Regrin! – Disse uma voz bem mais receptiva – Ele apenas está mal-humorado porque sua diversão predileta ainda não veio esta noite. Sou Thil-Lenii, e lhe dou as boas-vindas ao Escudo!
O cavaleiro se virou e viu um elfo, uma cabeça mais baixo que ele e magro, os cabelos da cor de ouro claro, brilhantes sob a luz das lamparinas e velas. Thil-Lenii dava uma sensação de grandiosidade, como os de seu povo costumam fazer e, pela segunda vez aquela noite, o viajante sentia que podia ser reconhecido por aqueles olhos dourados que pareciam ser capazes de perscrutar os cantos mais profundos da alma dos homens.
-Não me diga que desistiu de hospedar-se, só porque teve o azar de conversar com um anão rabugento e mal-humorado!Você deveria saber melhor, estranho, que os elfos são muito mais dispostos a oferecer hospitalidade! – Thil-Lenii parecia achar divertida a hesitação do recém-chegado.
- Há! A hospitalidade de um elfo é como o presente de um feiticeiro. Sempre há um preço. – Disse o anão, gargalhando enquanto se afastava na direção de uma das despensas arrastando os pés e levava consigo uma espumante caneca de cerveja.
-Não. – Começou o cavaleiro com a voz um pouco falha, sem saber o que o anão quis dizer – Não, de forma alguma. – Continuou um pouco mais confiante. – Eu quero um quarto e um lugar no seu estábulo, para o meu cavalo. E um banho bem quente, para agora, se possível.
O elfo sorriu, com a lira ainda em uma das mãos, receptivo ao hóspede do Escudo.
-Certamente viajante!Seu banho estará pronto em alguns minutos. Seu quarto estará à sua espera logo após o banho e seu cavalo já está em nosso estábulo. Agora, se puder entregar sua bagagem para Nott, o criado, e esperar alguns minutos enquanto os preparativos tomam conta... – O homem se espantou com a eficiência de Thil-Lenii, em aprontar tudo aquilo em questão de instantes, desde que entrara na Taverna.
-Obrigado! – Foi tudo o que conseguiu dizer, enquanto entregava a bolsa, encharcada para o criado que o atendera antes. Em apenas alguns instantes, o viajante foi novamente chamado por Nott, que o guiou ao quarto onde dormiria e, depois, aos aposentos dos banhos, onde uma banheira cercada de vapor convidativo esperava para ser usada.

Atraso

Aos que esperavam a continuação da história, peço desculpas pelo atraso bem como pela qualidade baixa de edição da última postagem. Prometo que, assim que tiver tempo, corrijo tudo.
Quanto à próxima parte, peço mais alguns minutos de paciência. No máximo até amanhã terei a continuação editada e revisada e, na quinta, pretendo esclarecer uma ou outra coisa, talvez fazer um interlúdio.

No mais, agradeço aos que estão lendo, mesmo com a baixíssima velocidade de produção.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Parte II - Falcão Engaiolado

O som da tempestade envolvia o velho depósito em uma sinfonia de trovões e chuva. Às vezes um relâmpago cortava os céus, como uma lança arremessada pelos Deuses. Era uma tempestade terrível, que parecia tragar todo o mundo para si. Para aqueles sob as nuvens escuras e o rugido do trovão, nada parecia real, a não ser a tempestade.
Vez ou outra um atento ouvinte poderia notar o sutil choque de pequenas peças de madeira e o fino raspar de pena sobre um pergaminho. A donzela, porém, postada diante de uma janela semi-aberta, o rosto molhado pelos respingos de chuva, não dava atenção nem à tempestade nem aos sutis ruídos que vinham do fundo do depósito. Os olhos grandes olhos verdes estavam fixos na escuridão, sem procurar nada em especial.
Ao fundo do grande depósito, um homem velho, de rosto largo e bem barbeado fazia contas em um ábaco de madeira e anotava os resultados em um pergaminho, iluminado por três parcas velas. Estava absorto em sua tarefa e não dava atenção à donzela que insistia em molhar o próprio rosto e as pontas dos cabelos, debruçada na janela.
- Lamir? – Chamou a mulher, sem tirar os olhos da escuridão.
- Sim, minha senhora? – Lamir levantou a cabeça de seus afazeres para responder à mulher, ainda com uma conta na ponta da língua.
- Que há de especial hoje? É algum dia sagrado?
- Sagrado, senhora? Não creio.
- Nada que o povo do campo celebre? Ou a data de alguma batalha memorável?
- Não há nada, senhora. Hoje é o primeiro dia de inverno. Fora isso, não há nada de especial nesse dia.
A mulher calou-se e voltou a fitar a tempestade. Havia passado o dia inteiro entre momentos de inquietude, como um falcão em uma gaiola, e momentos de contemplação que lhe tiravam a atenção de tudo ao redor. Lamir ergueu uma das sobrancelhas. Levantou-se da cadeira, pesado e cansado, e caminhou lentamente até onde estava a donzela.
- Luccia, há algo de errado? – As palavras sem o adereço usual de ‘senhora’ fizeram a donzela se virar, o rosto duro. Por um momento os dois deixaram que o silêncio caísse entre eles e apenas o tamborilar furioso da água.
- Não sei. – Falou em tom opaco, antes de desfazer a expressão dura e repetir as próprias palavras. – Não sei, velho amigo. Sinto um fisgar no peito e me vejo constantemente distraída por velhas lembranças.
O homem suspirou, aliviado. Esboçou um sorriso triste, compreensivo. Era quase um ancião, de costas encurvadas e olhos que se espremiam para poder ver, resultado de muitos anos lendo e fazendo contas sob a luz de velas. Conhecia muito bem o sentimento de nostalgia, de saudade. Não podia evitar sentir simpatia pela inquietude da jovem mulher.
- Ora! São os anos, minha senhora. Me esqueço de que não é mais a garotinha de olhos atentos e espírito livre. Você cresceu, se tornou mulher. Hoje lidera uma casa de comércio com mão de ferro. – Sua voz se sacudiu em risadas baixas, amigáveis. – É natural que, de tempos em tempos, nos deixemos vagar no passado. É o sinal de que envelhecemos, crescemos. É sinal de que temos passado.
Luccia desviou o olhar, envergonhada como uma criança que recebe a experiência da voz de um pai. Lamir se virou para voltar ao trabalho, sorrindo. Não havia nada com o que se preocupar, pensou. Ela estava apenas perdida em lembranças. Desde que não se deixasse governar por elas, Luccia, estaria bem.
Vários minutos em que só se ouvia o som da tempestade e das anotações de Lamir se estenderam. A noite já ia alta quando o velho homem se levantou, um rolo de pergaminho nas mãos. Sem dizer nada, o ofereceu à donzela, que fixou seus olhos nas anotações com bastante atenção.
Mediana era governada pelo comércio, tanto por causa da intensa atividade e posição na rota de diversas caravanas, como do ponto de vista político. As decisões políticas eram todas tomadas por comerciantes, chefes, líderes e senhores de Casas Comerciais, que acumulavam mercadorias e possuíam navios, caravanas ou depósitos.
- No último mês conseguimos juntar o mesmo que toda a estação anterior! Nenhuma outra Casa consegue crescer dessa forma!
Luccia, porém, não mostrava a empolgação de Lamir. A casa de Maer, da qual era líder, costumava fazer parte do conselho da cidade, tamanha a influência exercia. Os arrendamentos costumavam ser maiores do que o de barões ou condes, senhores de terras férteis. Muitos anos atrás, tudo havia caído por terra e a Casa lutava para se reerguer.
- Lamir, nós não vamos fechar o depósito no inverno.
- Senhora? – O velho homem pareceu surpreso. Todas as outras Casas fechavam suas negociações mais importantes durante o período do inverno. Nem sempre por causa do frio, mas por um acordo mútuo. Era uma forma de manter o poder e as maiores transações nas mãos das grandes Casas e aniquilar os comerciantes menores, impedindo que ameaçassem os mais ricos e influentes. Somente o comércio local, de abastecimento, funcionava durante o inverno.
- As estradas para o Norte não serão bloqueadas antes do meio do inverno. Vamos tirar proveito disso.
- Senhora, o acordo entre...
-Eu me preocupo com isso. Mande avisar aos capitães no porto e aos chefes de caravanas.
A idéia lhe ocorrera por impulso. Era seu dever fazer com que a Casa de Maer prosperasse, trazendo ouro não apenas para si mesma, mas para todos os que estavam sob sua proteção. Lamir parecia querer argumentar ainda. Uma ação como aquela poderia atrair a ira dos conselheiros de Mediana, que cessariam todas as atividades de suas próprias casas de comércio. Era imprudência. Talvez fosse considerado até mesmo traição! Para evitar uma discussão, Luccia começou a vestir um manto o mais rápido possível, parando apenas para guardar alguns rolos de pergaminho e pegar uma espada que estava pendurada em uma das traves do depósito.
- Nos vemos amanhã. – Abriu a porta e, cobrindo a cabeça com um capuz, saiu para a tempestade, deixando para trás um esbaforido Lamir, que tentou lhe chamar várias vezes.
Na chuva, caminhava na direção do Escudo, que era ao mesmo tempo taverna e estalagem. Nos lábios havia um sorriso orgulhoso, de quem tomou uma ação e espera as conseqüências de peito aberto.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Notas e Explicações

Antes de mais nada, agradeço aos que tiraram alguns minutos de seu tempo pra ler. Sei que propaganda é um saco (peço desculpas por isso) mas eu ainda não tinha feito divulgação propriamente do Blog.
Respondendo às perguntas e sugestões: minha intenção era a de fazer posts uma vez por semana, como se fosse uma novelização ou algo assim. Infelizmente, minha própria desorganização (tanto pessoal como de escritor) acaba me pondo em xeque. Procurarei manter um ritmo de, pelo menos, uma vez a cada quinze dias pra continuar a história. Nesse interím, vou procurar colocar notas e observações da minha parte, às vezes explicando um pouquinho de onde tirei as idéias ou outra coisa do cenário.

Bom, essa primeira parte já tava pronta há anos. É uma história de lentíssima produção, pelo menos no início. Juro que, quando comecei, só queria descrever a chuva. O viajante, os guardas e o misterioso benfeitor que abre a porta vieram quase que naturalmente. Exatamente por isso, essa falta de planejamento, é que eu demorei muito tempo pra compor uma trama, ligar os personagens, amarrar o cenário.
Não tenho a menor intenção de apresentar pra vocês, caros leitores, um novo mundo de fantasia medieval, com longuíssimas descrições daquilo que, hoje em dia, nem é mais tão desconhecido assim (querendo ou não, todos que escrevemos esse tipo de coisa somos produto de Tolkien e Robert E. Howard). Minha proposta é a de contar uma história que seja interessante.

Por enquanto, sem desenhos do Barba. O cara tá tão ocupado quanto eu em outros projetos.
Agradeço a atenção e paciência de vocês.

Um enorme abraço e até semana que vem!